Angulo Oblíquo

Exemplo de angulo oblíquo

Exemplo de angulo oblíquo

No linguajar dos estúdios dos Estados Unidos, o Angulo Oblíquo (também chamado de Holandês) é um angulo de câmera inclinado drasticamente em que o eixo vertical da câmera está inclinado drasticamente, em que o eixo vertical da câmera está inclinado em relação ao eixo do lado vertical do objeto.
Isso resulta na inclinação vertical da imagem na tela, que é apresentada na diagonal, em desiquilíbrio. tais imagens transversais devem ser usadas com critério, ou podem prejudicar a narrativa. Devem ser reservadas a sequencias que demandam efeitos estranhos, violentos, instáveis, subjetivos ou novadores. Um personagem que perdeu o equilíbrio, está bêbado, delirando ou a situação de alteração de comportamento comum, essas cenas podem se tornar mais interessantes se forem mostrados num plano oblíquo, ou nume série de planos oblíquos – talvez em pares de inclinação opostas.

É opossível utilizar o ângulo oblíquo para filmar um personagem profundamente angustiado. Para obter um efeito maior, uma série de cenas como esta pode empregar inclinações opostas.

É possível utilizar o ângulo oblíquo para filmar um personagem profundamente angustiado. Para obter um efeito maior, uma série de cenas como esta pode empregar inclinações opostas.

Desta forma o público perceberá que ele está agindo de modo irracional. Esses planos podem ser combinados com aqueles subjetivos, em que o ator transtornado vê outros atores ou acontecimentos nume série de planos oblíquos e desequilibrados.
uma catástrofe natural ou causada pelo homem – um acidente, um incêndio, uma rebelião uma luta, um naufrágio ou um terremoto – pode empregar ângulos oblíquos para comunicar ao público violência ou efeitos confusos e excepcionais. Se procedidas de planos calmos, estáticos e pacíficos, que levam o público a acreditar que tudo está bem, essas cenas serão muito mais eficazes. Uma sequência tranquila, filmada com a câmera fixa ou a um ritmo lento, num museu de arte, por exemplo, pode rapidamente ser lançada em um goblim descontrolado por meio da inserção repentina de um Plano Oblíquo em que um homem corre por uma porta e grita “fogo!” o representante da sequência o pânico dos visitantes presos no museu. A edição é aprimorada utilizando – se Ângulos Oblíquos da direita para a esquerda e vice-versa, aos pares, e movimentos de atores em direções opostas.

uma serie progressiva de images pode apresentar um plano conjunto do grupo, um plano médio de dois atores e um close de ator dominante.

uma serie progressiva de images pode apresentar um plano conjunto do grupo, um plano médio de dois atores e um close de ator dominante.

Planos Oblíquos também podem ser utilizados em sequências de montagem podem ser utilizados em sequencias de montagem, para criar uma impressão geral de passagem no tempo ou no espaço. Planos breves de relógios, calendários, pés caminhando, rodas girando, carros soltando fumaça, etc.
Também podem ser inclinados obliquamente. Uma série de planos oblíquos pode ser usada em documentários de pesquisa, industriais, publicitários, de engenharia e similares em que exista a necessidade de retratar de maneira dinâmica uma grande parte da ação em pequenos fragmentos, assim, a montagem de um automóvel, a fabricação e a embalagem de um novo produto ou os vários experimentos envolvidos para o desenvolvimento de um fio sintético podem ser apresentados com uma tratamento atípico. Filmados em ângulos oblíquos, vários desses planos, senão todos eles, retratarão a situação de maneira eficaz. Pares de ângulos oblíquos opostos devem empregar o mesmo grau de inclinação na direção oposta.
Jamais deve ser inclinada a câmera de maneira sutil, pois uma imagem ligeiramente inclinada parecia acidental. A inclinação deve ser deliberada, com ângulo suficiente para tirar a imagem do equilíbrio, mas não íngreme a ponto de parecer filmá-la na lateral O ângulo real varia de acordo com o objeto e a ação a serem filmados. A câmera não precisa estar inclinada durante todo o plano. Pode começar plana e então se inclinar abruptamente para representar uma mudança misteriosa nos acontecimentos, ou para apresentar um desequilíbrio repentino do ator. Além disso, uma tomada oblíqua pode retornar a plana quando os fatos voltam ao normal. Em raras ocasiões, a câmera pode balançar para trás e para frente durante o plano, inclinando de um lado a outro.
O ângulo de inclinação é o fator mais importante. Uma imagem que inclina para a direita é ativa, vigorosa, enquanto uma que inclina para a esquerda é fraca e estática. Um horizonte em diagonal que vai da parte inferior esquerda para a direita sugere ascensão, quanto a um que vai a parte superior esquerda a parte inferior direita sugere declínio. O angulo do horizonte é importante em planos de atores viajando, objetos em movimento ou veículos; especialmente se eles avançam de um ponto distante em direção a câmera ou se afastam da lente. Eles devem ir para cima quando vêm em direção à lente, e ir para baixo quando se afastam.
Os ângulos oblíquos, funcionam de maneira excelente quando filmados com a câmera configurada, ao mesmo tempo sob um ângulo baixo, que joga as imagens para trás numa inclinação radical. Uma lente grande-angular em contraplongê, combinada com uma câmera posicionada a 45°, é mais forte, porque tal filmagem com dupla inclinação com uma lente de curta distancia focal grava a inclinação de modo mais violento, promovendo uma separação mais nítida entre o sujeito e segundo plano e fornecendo uma perspectiva mais eficaz. O efeito é aumentado quando se filma uma ação em movimento porque a lente grande-angular aumenta ou diminui o ator, objeto ou veículo conforme este se aproxima ou se afasta da câmera.

 

Jonathan Silva

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